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Oroboro

2013

Premio APCA 2018 de melhor espetáculo de dança - não estréia - 

Espetáculo liga a infância à velhice através da dança.

Oroboro, palavra de origem grega, cujo símbolo é representado por uma serpente que morde a própria cauda, revela uma imagem cíclica, sem começo ou fim. O espetáculo do Projeto Mov_oLA, do conceituado coreógrafo Alex Soares, fala do ciclo da vida e conduz a platéia por um universo envolvente do começo ao fim.

O trabalho trata da infância e da velhice, dois lugares distantes e, ao mesmo tempo, próximos. “As crianças e os idosos têm características parecidas e na nossa sociedade ‘adulta’ são tratadas como faixas à margem. Não tentei dramatizar, mas tratar esses estados como algo próximo um do outro”, revela Alex Soares. 

A trilha de Oroboro é do contrabaixista Célio Barros, que procura evocar, por meio da música, lembranças escondidas. Segundo Alex Soares “Alguns estudos científicos indicam que a música está associada às memórias mais vívidas de uma pessoa. Essa área do cérebro parece servir de centro que liga música conhecida, memórias e emoções”. É isso o que Oroboro faz: resgata as mais diversas emoções em cada um. Uma interação entre som e silêncio. Pausa e movimento. Palco e plateia.

Oroboro é ciclo. 

Fotos

Oroboro 2013 

Coup de grâce 2012

Direção e concepção  Alex Soares e Paula Zonzini
Coreografia  Alex Soares

Assistente de direção e Preparadora de elenco Paula Zonzini

Elenco Luca Poit, Icaro Freire,Fernando Ramos, Caroline Zitto, Danyla Bezerra e Natacha Takahashi
Trilha Sonora  Célio Barros
Violoncelo  Leonardo Salles
Cenário  Múltiplo
Desenho de Luz  Rossana Boccia
Operação de Som  Alexandre Zullu
Figurinos e Fotografia  Cassiano Grandi

 

 

Duração  60 minutos sem intervalo

 

Estreou em  28 de junho de 2013, Sala Olido - São Paulo

 

Realização  XIII Edital de Fomento a Dança - Prefeitura de São Paulo

 

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